In§tante§ ð'um £ouco: Março 2010
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Habito a distância dos dias passados
Vivo-os agora na sonolência.
Meu existir não tem tempo
Só nostalgia viva, da ausência
Sem queixume, só silêncio.


Vejo-te num abraço quente
Delicados os gestos ao apertar-te por inteiro...
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