In§tante§ ð'um £ouco
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Jaz aqui um amor harmonioso
Que se alimentou de flores cor púrpura
Adornado a beijos d'aromas desérticos.
Não se julgue que morreu condenado
Por falta de paixão, de sonho, de amizade ou amor
Pois será eterna a sua existência.

Interrogámo-nos,
Será que a escuridão da Lua é para sempre
Ou é atrevimento dela a esconder-se de nós
Transformando um instante mágico num momento louco?

...e o tempo deliciosamente parou para nós...

Deixemos existir uma brisa simples
Feita de suaves perfumes nocturnos
Para regozijo da Lua Cheia
Nossa parceira e cúmplice.
Pois com ela, curtos e inesquecíveis
Momentos pareceram nunca ter fim.

Aceito de mau grado a sua morte
E guardo em memória sentimentos inimagináveis.



Tanta vontade desfigurada em silêncio
Minha Loucura, por onde andas que já nem te reconheço...

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7 Comments:

Blogger mj said...

Olá, boa noite
Belo post - bom som e bonito poema.
Não importa se aparentemente feito de silêncios porque a palavra escrita traz os sons que quisermos perceber

Mais me traz por aqui :)

Hoje, apesar da minha longa ausência, não poderia deixar de dizer:

Natal é...

*
(segue a "estrelinha" * ...)

FELIZ NATAL !


Um Beijinho, MJ

24/12/09 18:49  
Blogger Happy said...

Não aceito a sua morte, nunca vou aceitar! O silêncio da minha solidão consome me lentamente, da forma mais nojenta, como se o meu cerebro estivesse a ser devorado por larvas, cada milimetro , cada milimetro!
Não vejo saida, Nunca o vi!

AMO ALGUEM que nunca vi porque no momento que ia conhece-lo um acidente levo-o! Fiquei somente com as ultimas palavras escritas: Até já minha querida, já nao conduzo desde Dezembro!

Sim, guardo em memória sentimentos inimagináveis!

Guardo, guardo o vazio!

Já nem as lagrimas me fazem companhia!

25/12/09 14:55  
Blogger Obsession said...

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(um fascínio, um erro, uma falha, tudo se inicia assim. um fascínio, um erro, uma falha)



fugi da fuga de te desistir, de te encontrar onde eu não poderia estar. fugi de te perder, apesar de saber que perder-te não era decisão minha.



(perder é deixar de possuir, um estado de transição entre o ter e o não-ter)



perder nunca foi o que nos aconteceu. divergimos, talvez.



encontraste-me sem corpo, uma alma sem trela, a vaguear por uma casa de orgasmos, a tua casa de orgasmos nos orgasmos de um outro corpo. fraqueza .



despojada de ti, agarrada a uma sensação de retorno, não desisti.



nunca desisti, amor.



Pedro Chagas Freitas


30/12/09 13:48  
Blogger Madalena said...

a loucura também acalma, às vezes. depois volta :)

muah*

1/1/10 22:01  
Blogger Luiza M. Nogueira said...

Vim aqui desejar-te um bom ano com muita felicidade! Beijo.

3/1/10 21:31  
Blogger Ana Caio said...

mt bom mesmo! que dança de palavras!

11/1/10 02:48  
Blogger mj said...

(...) Por onde anda(s) ?

11/1/10 14:34  

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