.
.
.
.
Que morra a terra
Onde me enterro
E a chuva devaste
O podre do pensamento
Que sangre a espera
Onde me esvaio
E os ossos partam
Para longe de mim
Que chore a vida
Onde não ando
E a tristeza esquarteje
O negro deste céu
Que todas as preces que não rezo
Façam o milagre fecundo da minha morte...
Onde me enterro
E a chuva devaste
O podre do pensamento
Que sangre a espera
Onde me esvaio
E os ossos partam
Para longe de mim
Que chore a vida
Onde não ando
E a tristeza esquarteje
O negro deste céu
Que todas as preces que não rezo
Façam o milagre fecundo da minha morte...
.
.
.
.

O pensamento devaste ...
ResponderEliminarA espera parta ...
A vida esquarteje ...
fez-me tanto sentido ... hoje!
continuas a escrever divinamente!
ResponderEliminare continuas a escrever triste...
beijooooo foryou
...e continua a ser o blog mais completo que visito...
ResponderEliminarCorres. Tentas apanhar-te na emoção seguinte. Queres ganhar fôlego na derrota de quem não és.
ResponderEliminarPensamento em cinza harmonia... degredo do meu viver.
ResponderEliminarAbçs,
Novo dogMa:
históRias...
dogMas...
dos atos, fatos e mitos...
http://do-gmas.blogspot.com/
Que o sepulcro não recuse o seu cansaço...
ResponderEliminarSilencio-me!
Crazy Boy
ResponderEliminarTenho pra mim que a tua alma sofreu um atentado existencial que ainda não foi reivindicado...
Declaro-me inocente, mas não resisto oferecer-te um beijo suícida!!!
:P
descobri gostei,deixei um instante aki,beijos
ResponderEliminarConvido-te a tomar um tinto e a comer uma boa sardinha.
ResponderEliminarAquilo dá vida!
Abraço do meu parapeito
Que o milagre da vida também te seja fecundo. E que cada lágrima corra para morrer no teu sorriso.
ResponderEliminarDeixo uma rosa
Louco,faz anos que te leio aqui. Sempre intenso e com alguma revolta. Mas gosto daqui e por isso volto.
ResponderEliminarum beijo